Metascore
69

Generally favorable reviews - based on 27 Critics

Critic score distribution:
  1. Positive: 19 out of 27
  2. Negative: 1 out of 27
  1. May 9, 2012
    81
    Between the obvious hits and the Halcion fuzz however lays an interesting sound.
User Score
8.1

Universal acclaim- based on 48 Ratings

User score distribution:
  1. Positive: 12 out of 12
  2. Mixed: 0 out of 12
  3. Negative: 0 out of 12
  1. Jul 7, 2013
    10
    I am a male who strongly favors music with a beautiful female voice. As such, I have always liked Norah Jones singing. But with the album, "Little Broken Hearts." I have reached a totally new appreciation for her. It crept up on me. I liked "She's 22" right off because it hit real close to home. You hear a woman, still obviously in love, ask her ex forlornly whether the 22 year old he's now with "does she make you happy." Norah used to put her mouth close to the microphone and let her beautiful voice be heard with fairly standard musical accompaniment. With this album, she allows her voice to be the lead instrument in wonderfully stylized songs with a new mix of electronic music, cello, and steel guitar, all of which establish the mood for each song. "Take It Back" is a wonderful example of this new Norah Jones as her voice melds with a melody but does not dominate by any means. "Miriam" tells the story of a woman wronged and the lyrics haunted me from the first listening. Long after falling in love with this song, I found the video on YouTube. It is nothing short of Music Video Art. I hope Norah Jones continues to follow this new career path. Full Review »
  2. Nov 9, 2012
    10
    Norah has changed her sound in just the slightest, and it's only noticeable in a few songs, but it's refreshing. She realized maybe she need to surprise people, and I think she will. Little Broken Hearts is a different kind of masterpiece. Full Review »
  3. Nov 4, 2012
    8
    Corações partidos sempre rendem grandes músicas e ás vezes grandes álbuns. Dou dois exemplos apenas: Jagged Little Pill da Alanis e 21 da Adele. Esses dois são apenas dois mais recentes que eu lembrei assim de bate e pronto. Agora nesse mesmo hall podemos citar a cantora Norah Jones com o lançamento do seu quarto álbum Little Broken Hearts. Porém, o resultado é mais que apenas um álbum sobre um coração partido. É um álbum sobre uma cantora encontrando sua maturidade artística.

    A dona de Don't Know Why traz á tona uma nova sonoridade para seu "piano/jazz": algo meio eletrônico/indie pop com uma alma sombria e bittersweet. O coração partido de Norah se mostra nas belas composições que permeiam todo álbum. Mantendo o estilo minimalista que a fez famosa só que agora com um peso libertador nas costas. Ao que parece a decepção amorosa fez com que ele se abrisse como compositora e a deixou liberar seus sentimentos mais obscuros como ciúmes, raiva e pessimismo com a vida de uma forma geral. A sonoridade de Norah está completamente diferente. Em busca de algo que a melhor em sua nova fase, ela explorou um som mais alternativo ao deixar uma pegada mais indie eletropop a contaminasse. A emoção vem de forma mais difícil. Você não viajar de primeira nas canções de Little Broken Hearts. Diferente das melodias aconchegantes, aqui ela faz seu ouvinte deitar em um colchão mais duro que demorar até acertar o "prumo" da coluna. Mesmo mantendo a delicada voz, os efeitos que acompanham os vocais de Norah têm a função de deixar mais estéril e distante a voz dela como uma quase espectadora da própria tristeza. Adora a dor imprensa em She's 22 onde Norah fala abertamente em ser traída. A bela Good Morning, que abre o álbum, tem uma produção instrumental belíssima. Little Broken Hearts tem algo de trilha para filme de David Lynch que assusta e cativa ainda mais que é a melhor composição do álbum. E por fim no topo do álbum está Happy Pills (resenha a seguir), mesmo um pouco deslocada no álbum, é impressionante. Depois de tudo isso só me resta a dizer: Norah Jones, muito bem vinda ao hall dos (pequenos) corações quebrados.
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