• Record Label: Atlantic
  • Release Date: May 6, 2014
Metascore
60

Mixed or average reviews - based on 29 Critics

Critic score distribution:
  1. Positive: 12 out of 29
  2. Negative: 2 out of 29
Buy On
  1. May 6, 2014
    80
    Allen has been out of the game for a while, at least by pop standards, but she knows how to get back in the ring.
  2. May 5, 2014
    80
    What Sheezus proves is that Lily Allen is still growing and evolving as a musician, and even with a few lesser tracks here and there, Sheezus is so far her best-yet mix of personal stories and overarching cultural commentary.
  3. 80
    Sheezus should confirm Allen’s status as a national treasure, reason enough to be cheerful.
  4. This is an artist with taste and opinions of her own, not just a schedule and a fanbase to satisfy.
  5. May 5, 2014
    75
    Sheezus connects because it's more conversational than confrontational, a personal statement that dabbles in pop rather than trying to embody the pop moment.
  6. May 6, 2014
    74
    There might be more substance musically than lyrically on Sheezus. But even the album’s flashy pop is missing some of the bells and whistles of her previous work.
  7. Magnet
    Jun 18, 2014
    70
    Producer Greg Kurstin ensures a familiarly sparkly synth-pop sheen throughout. [No. 110, p.52]
  8. While there’s a healthy dose of filler on Sheezus, there’s still plenty of charmers.
  9. May 6, 2014
    70
    Even when the songwriting is less than revolutionary, the performance holds your attention.
  10. Apr 29, 2014
    67
    Sheezus is Allen's most uneven record yet, but it's also her most mature.
  11. May 1, 2014
    65
    Songs recycle uniform beats with nods to hip-hop and electronic influences, but Allen falls short of a revitalizing comeback. Even so, her bold statements are truly worth deeper consideration.
  12. 63
    Throughout, Allen and producer-collaborator Kurstin deliver a dynamic, if lyrically flatulent, album, one that harnesses the full force of the singer's tell-all verbiage in the service of songs built for popular radio with an almost schizophrenic desire for commercial acceptance.
  13. Q Magazine
    May 20, 2014
    60
    It's all done with a cheeky girl's charm. [Jun 2014, p.115]
  14. May 15, 2014
    60
    The brilliantly titled Sheezus has loads of great punch lines. But Allen also rocks a sisterly warmth.
  15. May 2, 2014
    60
    Ultimately, there are some really strong pop moments on here, but they’re overshadowed by inane, inert, insignificant drama-queening of the highest degree.
  16. May 1, 2014
    60
    Her domestic bliss songs are predictably the most boring, the exception being L8 CMMR, the dancehall-esque, Auto-Tuned track in which she sings of her husband’s virility.
  17. May 1, 2014
    60
    There are moments that serve to remind you that pop music didn't really come up with anyone to replace Allen during her sabbatical.... Elsewhere, you can sense a certain indecision in the way Allen keeps trying on different musical styles.
  18. May 8, 2014
    54
    Sheezus has a few good points and some admirable intentions, but too often it misses the point.
  19. May 8, 2014
    50
    Her attempt at convincing us she's a loving wife and mother of two, a savvy feminist, and a satirical mastermind mostly comes off as disingenuous.
  20. May 5, 2014
    50
    Allen does indeed rally at unexpected moments--"Insincerely Yours" slides along to a yacht-soul groove, "Life for Me" cleverly twists Vampire Weekend's Graceland obsessions, and although the target of an Internet troll is beneath her, the barbs on "URL Badman" are at least sharpened--but these songs only put the rest of Sheezus in dreary relief.
  21. Uncut
    Apr 28, 2014
    50
    Plenty of mouth, then, but lacking in trousers. [Jun 2014, p.69]
  22. Apr 28, 2014
    50
    While it has it moments, Sheezus is largely devoid of Allen’s pragmatic charm of 10 years ago.
  23. May 7, 2014
    48
    As a Lily Allen record, it’s a sneering, vapid imitation: a Lily Allen stereotype.
  24. 42
    Kanye West-referencing record, Sheezus, which is at its strongest when it cops to more details and weakens considerably when the London-born singer-songwriter falls back on generalities.
  25. Mojo
    May 15, 2014
    40
    Sheezus makes for the slightest of returns rather than a glorious resurrection. [Jun 2014, p.93]
  26. May 9, 2014
    40
    What really makes Sheezus so frustrating, though, is that among the dross there are some genuinely interesting tracks here.
  27. May 9, 2014
    40
    The sledgehammer approach makes sense, in a way, but only if the satire is sharp and coherent. Too often on Sheezus, it’s not.
  28. 30
    Comebacks are often ego trips, but never quite as brazenly as this.
  29. Allen’s old sharp eye feels watery on Sheezus, squinting at the discourse around feminism, race and privilege unfolding online in 2014, and riding them as a bandwagon back to the middle of the very space the Myspace-spawned pop star once owned, but not having the conviction to do much with them once she’s arrived.
User Score
6.9

Generally favorable reviews- based on 160 Ratings

User score distribution:
  1. Negative: 23 out of 160
  1. May 9, 2014
    10
    Hold on to nothing is my favorite, so sweet, her voice is like a whisper, it's always on my head. Sheezus, Our time, Air Ballon, Hard OutHold on to nothing is my favorite, so sweet, her voice is like a whisper, it's always on my head. Sheezus, Our time, Air Ballon, Hard Out There is also a masterpiece Full Review »
  2. Jul 24, 2014
    5
    Lily? Well, there are some good moments here, but none can match the quality of their previous two albums.
    Yes, we know that Lily could
    Lily? Well, there are some good moments here, but none can match the quality of their previous two albums.
    Yes, we know that Lily could easily stand out by their lyrics, but here, it seems she is not going through one of their most inspiring moments.
    For every great song that Sheezus gives for us (which are not many) he give us an equally bad.
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  3. Jul 11, 2014
    8
    O mundo pop na música é um complexo emaranhado de cordas de diferentes tamanhos, cores e, o mais importante, resistências. Tudo isso sustentaO mundo pop na música é um complexo emaranhado de cordas de diferentes tamanhos, cores e, o mais importante, resistências. Tudo isso sustenta boa parte da indústria fonográfica atual e garante o "leite" de milhares de crianças. Mesmo com a existência de uma variedade imensa de tipos de cordas que compõem essa teia há sempre uma corda tão especifica que sua falta é uma perde quase irreparável. Uma dessas cordas é a que representa a inglesa Lily Allen. E o que me faz pensar dessa maneira? Simples: Allen voltou de um período sabático com o álbum Sheezus mostrando que continua a mesma. Ou seja: continua sendo sensacional.

    Cinco anos depois do lançamento do seu segundo álbum (It's Not Me, It's You de 2009), Allen resolveu lançar seu terceiro trabalho quase que para provar que ela é ainda é necessária para o mundo da música, em especial para o competitivo e barulhento pop. A principal razão para isso é que até pode existir igual, mas não nenhuma compositora no atual pop tão boa como Lily Allen.

    Em Sheezus, Lily demonstra que não perdeu nada do seu distinto olhar sobre tudo e todos. Allen ficou conhecida por saber como discorrer sobre um assunto de maneira extremamente critica e ácida sem perder em nenhum momento o tom irônico e engraçado que marcou ela em seus primeiros trabalhos. Basicamente, as composições em seu novo trabalho se dividem em dois temas: reflexões sobre sua vida particular e sobre a fama. Nesse segundo quesito, Lily se coloca de duas maneiras: como uma simples observadora e como sendo parte dessa "instituição". É nessa parte que a cantora faz as suas melhores e mais pungente criticas ao falar sobre o atual cenário do mundo das celebridades & CIA, sobre o obsessivo fascínio da mídia e do público, a exposição, as trocas de valores e até mesmo sobre si mesma. Sempre direta do começo ao fim sem mandar recados "escondidos", Allen mantém outra grande qualidade em suas composições: toda critica não parece algo forçado, mas soa natural, principalmente, com a ajuda do seu sempre humor refinado. E Allen não espera muito para começar a "descer a lenha": a abertura já têm a mortal faixa Sheezus (resenha a seguir) que além de reapresentar a cantora ao mundo da música faz analise sobre o atual mundo das divas pop. E ela continua seu desfile com Insincerely Yours um soco no estômago sobre o vicio em saber da vida dos famosos e com um toque pessoal desconcertante. Claro, ainda tem a sensacional Hand Out Here que se destaca como a melhor faixa de Sheezus. Com os cinco anos "fora" sendo esposa e mãe, Allen também pode ter tempo para poder analisar a vida normal de uma pessoa como na boa Life for Me que mostra as delicias de ser mãe e dona de casa, na declaração para marido em L8 Cmmr e nas deliciosas As Long as I Got You e Close Your Eyes. Resumidamente: não importa qual seja o objeto de sua critica, Lily entregou o seu doce veneno feito para deliciar quem estava com abstinência. A cantora Lily Allen continua com sua deliciosa voz e completamente carismática com seu sotaque britânico compensando pela falta de alcance e, ás vezes, a falta de versatilidade. O que há para ser critica em Sheezus é que a cantora ao lado dos produtores (principalmente Greg Kurstin) não se arriscam na sonoridade. Novamente, Allen faz novamente um seguro e bem amarrado pop/synthpop, mas que não passa disso mesmo com algumas influências diferentes. Mesmo assim, Sheezus é um álbum que precisa ser ouvido, pois é a luz que brilha no fim do túnel da mesmice e da falta de personalidade que assola o pop e a música de uma maneira geral. E Lily Allen faça o favor de não sumir por muito tempo que precisamos de você!
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