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Generally favorable reviews - based on 9 Critic Reviews What's this?

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  • Summary: The 18th full-length studio release for the Scottish rock band was co-produced with Gavin Goldberg and Andy Wright.
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Top Track

Sense Of Discovery
One last moment The days were closing in The rays of light Was filtering in Was no more secrets No words could tell The pace of time Was... See the rest of the song lyrics
Score distribution:
  1. Positive: 6 out of 9
  2. Negative: 0 out of 9
  1. Feb 2, 2018
    80
    Walk Between Worlds offers further proof that Simple Minds can flaunt what they are because they finally understand just who they are.
  2. Q Magazine
    Jan 31, 2018
    80
    At times, it teeters between nostalgia and self-parody. .... But you can forgive the odd-slip-up, because the whole thing sounds so joyous. [Mar 2018, p.115]
  3. Feb 6, 2018
    78
    This sense of fearlessness permeates this album. Simple Minds positions themselves perfectly on Worlds: not trying to relive past victories nor trying to match up with the sound of current chart hits. Kerr, his longtime bandmate Charlie Burchill and the current lineup of the group remain true to themselves, with a wonderful collection of dramatic, thoughtful songs that contains messages that can serve both personal and universal concerns.
  4. Jan 31, 2018
    70
    For now, though, they’ve managed to rekindle their affairs and surprise a few doubters.
  5. Uncut
    Jan 31, 2018
    70
    An expansive, atmospheric reboot of the muscular melancholy of 1985's Once Upon A Time. [Mar 2018, p.32]
  6. Jan 31, 2018
    60
    It’s still undeniably cinematic and heartfelt, but clearly the work of mature heads reflecting on excesses of their past.
  7. 40
    The deep, surging bass pulse that opens “Summer” suggests a more focused approach, but before long Jim Kerr’s descending again into his dreams, anticipating “all those energies” amidst yet another miasmic, swirling sea of sound, and the song just evaporates into a mist of queasy bombast.

See all 9 Critic Reviews

Score distribution:
  1. Positive: 4 out of 4
  2. Mixed: 0 out of 4
  3. Negative: 0 out of 4
  1. Feb 7, 2018
    10
    Walk Between Worlds o décimo sétimo álbum de estúdio da banda Simple Minds.
    Era muito aguardado ao fãs atentos da banda escocesa, pois há 4
    Walk Between Worlds o décimo sétimo álbum de estúdio da banda Simple Minds.
    Era muito aguardado ao fãs atentos da banda escocesa, pois há 4 anos atrás em 2014, era lançado "Big Music" visto por muitos como uma verdadeira volta a forma, com críticos rigorosos chegando a dizer que era o melhor álbum em 30 anos, ou seja o melhor desde "Sparkle In The Rain" de 1984, ao meu ver é um tremendo exagero, não no sentindo de "Big Music" não ser tão bom assim o álbum é excelente e realmente o melhor há anos, mas justamente um exagero no sentido do álbum ser o melhor desde do lançado em 1984, eu como um grande fã da banda, acho "Once Upon A Time" (1985) e o altamente injustiçado "Street Fighting Years" (1989) são excelentes álbums, "Cry" (2002) "Black And White 050505" (2005) e "Graffiti Soul" (2009) são ótimos álbums.

    Porém é inegável que Big Music foi o álbum mais sofisticadamente produzido e criado do Simple Minds desde talvez "Street Fighting Years" (1989), embora "Black and White 050505" seja um forte álbum que bate de frente com Big Music.

    Big Music mostrou um Simple Minds mais confiante e também mais inspirado num som que eles realmente se mostraram seguros criando algumas das suas melhores músicas em anos.

    Walk Between Worlds lançamento esperado ansiosamente por mim e pelos outros fãs, eu já tinha uma certeza de que o álbum não iria me desapontar, fiquei mais seguro ainda com a disponibilização das três músicas lançadas como singles antes do lançamento do álbum, sendo as músicas a ótima "Magic", a excelente "The Signal And The Noise" que fez recordar o velho Simple Minds do ínicio dos anos 80, e finalmente a magistral "Sense Of Discovery" cuja semelhança com o hit "Alive & Kicking" em vez de incomodar faz o contrário ao enche os olhos e os ouvidos com uma linda melodia Nostagica ao mesmo tempo que mostra como deve ser usada a tecnologia atual em benefício de uma verdadeira obra-prima de música pop.

    Mais ainda assim Simple Minds conseguiu surpreende e muito, entregando um álbum sólido, lindo e completo em todos sentidos. Com uma incrível diversidade sonora entre cada música que dificulta ao ouvinte encantado a escolher preferida, "Utopia" terceira e bela faixa é um belo exemplo dos Simple Minds arriscando e acertando com êxito um som novo ou incomum a banda, "In Dreams" quinta e magnífica faixa é outra que mostra os escoceses dominando um belo som e melodia, que nos lembra o som dos também veteranos New Order e Pet Shop Boys que surgiu pertinho dos Simple Minds.

    "Barrowland Star" outro ponto alto do álbum, então é uma das mais complexas e perfeitas criação dos Simple Minds, com um desenvolvimento musical altamente cuidadoso, que incluem sons de teclados, sintetizadores e também violino que deixa o ouvinte em estado de êxtase, progressiva, emocionante, com um poderoso refrão ao mesmo tempo que também não deixa de abandonar o Rock n Roll com um dos melhores solos de Charlie Burchill.

    Depois de acabar a verdadeira jornada que é "Barrowland Star", outra excelente faixa, marca presença que mereceu ser o título do álbum estou falando da "Walk Between Worlds" que é épica ao nível da antecessora "Barrowland Star", "Walk Between Worlds" junta o New Wave pesado de "Sons And Fascination" magicamente com a leveza das faixas mais pop eletrônico do "Big Music".

    "Summer" segunda faixa também não deixa de brilhar, um hino do New-Wave, e o álbum realmente não poderia fecha melhor, com a excelente "Sense of Discovery".

    "Walk Between Worlds" décimo sétimo álbum dos Simple Minds, tinha a difícil missão de suceder o excelente "Big Music", mas no final não só o sucede perfeitamente como também o supera, e não digo isso de forma equivocada, ao contrário digo com certeza.

    "Walk Between Worlds", não é só um dos melhores álbum da longa carreira dos Simple Minds, mas também é um dos melhores álbum dos últimos anos, é Simple Minds na melhor forma possível.

    Obs. Não se esqueça de escutar as excelentes e inéditas duas faixas bônus "Silent Kiss" e "Angel Underneath My Skin".
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  2. Mar 22, 2018
    10
    Another great album, at least for me i called without doubts a Masterpiece by Simple Minds, they really are back at their best again after theAnother great album, at least for me i called without doubts a Masterpiece by Simple Minds, they really are back at their best again after the great Big Music (2014), & the great too Graffiti Soul (2009) & Black and White 050505 (2005).

    Simple Minds actually has overcome themselves, Because Walk Between Worlds is more diversified than Big Music (2014), the songs are really different one of another, and each one at their sounds are all great songs.

    The Best Album yet of 2018. Long Live to Simple Minds!!!!
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  3. Apr 29, 2018
    10
    An awesome surprise, Simple Minds are definitly back at his best, this sucessor from the great Big Music (2014), is just even better than theAn awesome surprise, Simple Minds are definitly back at his best, this sucessor from the great Big Music (2014), is just even better than the BM, the album is enjoyable at his experimental sounds.

    The Signal And The Noise, Barrowland Star, In Dreams, Walk Between Worlds & Utopia is just one of best songs that Simple Minds released in last years.

    Featured too to 2 great new bonus track, Silent Kiss & Angel Underneath My Skin...

    Highly Recommend It.
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  4. May 18, 2018
    10
    un grande y excelente álbum de la banda escocesa de New-Wave Simple Minds.
    Es un fantastico sucessor a lo incridible Big Music.
    un grande y excelente álbum de la banda escocesa de New-Wave Simple Minds.
    Es un fantastico sucessor a lo incridible Big Music.

    Highlights:

    In Dreams
    Barrowland Star
    Utopia
    The Signal and the Noise
    Walk between Worlds
    Sense of Discovery
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