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Generally favorable reviews - based on 49 Critic Reviews What's this?

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7.2

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  • Summary: Become a medium living in two different worlds: the real one and the spirit one. Haunted by the vision of a child's murder, you travel to an abandoned hotel resort, which many years ago became the stage of an unthinkable tragedy. There you begin your search for difficult answers. As a mediumBecome a medium living in two different worlds: the real one and the spirit one. Haunted by the vision of a child's murder, you travel to an abandoned hotel resort, which many years ago became the stage of an unthinkable tragedy. There you begin your search for difficult answers. As a medium with access to both worlds, you have a wider perspective and can see more clearly that there's no one simple truth to what others perceive. Nothing is what it seems, everything has another side. The Medium features a "dual" soundtrack by Bloober Team's Arkadiusz Reikowski and legendary composer Akira Yamaoka of Silent Hill fame. Expand

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The Medium - Official Launch Trailer
Score distribution:
  1. Positive: 29 out of 49
  2. Negative: 1 out of 49
  1. Jan 27, 2021
    95
    Bloober Team has long established itself as a purveyor of innovative and frightening horror experiences, but it will be tough to outdo this one. The Medium is a terrifying and disturbing look into the darkest recesses of human behavior, wrapped in an immersive, atmospheric, and beautiful looking game world.
  2. Jan 29, 2021
    90
    If you’re a fan of older adventure games, like Syberia or Still Life, The Medium was made almost specifically for you. If you’re an old-school survival horror fan who doesn’t think the genre’s done better than Silent Hill 2 in 20 years, The Medium is very much in your wheelhouse. If you’re not in either of those categories, I’m not sure if you’d get past the first 20 minutes. For me, it’s a 90%, because I’ll be thinking about this one for a while, but I can’t give it more than an extremely qualified recommendation.
  3. Jan 27, 2021
    88
    The latest horror from Bloober Team is a great bridge between the new generation of consoles and the old classics of the genre, with an intriguing story, a surreal setting and a road full of puzzles to decipher.
  4. Jan 27, 2021
    80
    One could argue that outside of its creative double-world approach, The Medium isn’t the sort of revolutionary horror game that one might hope for from the start of a new generation in gaming. But you know what? It doesn’t need to be revolutionary. It just needs to be spooky, have fun gameplay and tell an entertaining story, and Bloober Team succeeds on all of those fronts.
  5. Feb 3, 2021
    70
    The Medium is a decent psychological horror from the start, but it’s rather hollow when it comes to gameplay.
  6. Jan 27, 2021
    65
    You can tell that Bloober Team loves horror and The Medium has a lot of lovable details. The atmosphere and original mechanics are the strong point. But the story loses strength and even becomes confusing. This added to the excessive linearity and the chases obtuse design don't allow me to recommend it more than to true fans of the genre.
  7. Jan 27, 2021
    45
    The Medium is a poor game that is rife with bugs, bad ideas, and some nice things to look at.

See all 52 Critic Reviews

Score distribution:
  1. Negative: 55 out of 273
  1. Feb 20, 2021
    10
    bom jogos bom jogos bom jogos bom jogos bom jogos bom jogos bom jogos bom..
  2. Feb 3, 2021
    10
    The game is amazing yeah maybe the gameplay wasn't that good but man the atmosphere, soundtracks and the story were unique and beautiful goodThe game is amazing yeah maybe the gameplay wasn't that good but man the atmosphere, soundtracks and the story were unique and beautiful good job bloober team Expand
  3. Jan 29, 2021
    10
    Really good game , bloomer team make narrative games that are really stunning
  4. Feb 2, 2021
    9
    I HIGHLY recommend playing The Medium.

    This is a game CLEARLY made with passion and love. The story is awesome. The writing and voice
    I HIGHLY recommend playing The Medium.

    This is a game CLEARLY made with passion and love.

    The story is awesome. The writing and voice acting is wonderful. The implementation of the protagonist's "split" is super rad. Seriously, the way you simultaneously interact with two different worlds is refreshingly unique. One of the coolest aspects of the dual screen was seeing the same scene play out from different angles, with differing emphasis on the environmental details and characters within each screen during cutscenes. Freaking brilliant.

    I truly hope to see more from this universe in the future. Bloober Team, you killed it. I love The Medium ^_^

    P.S. Nothing performance-wise hampered my experience. I do have a nice rig, but it’s definitely not some crazy monster build. The most I experienced was a bit of texture pop-in here and there, and occasional very short-lived freezing/desync at the beginning of a few cutscenes (possibly due to background loading).
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  5. May 3, 2021
    8
    Bastante bueno, y digno de jugar, carece de algunas, cosas, pero vale la pena totalmente
  6. Feb 19, 2021
    6
    Medium, The | 2021 | PC | Played for: 9h

    A fixed camera exploring game, with 2 alternate/ simultaneous worlds. The idea is interesting but
    Medium, The | 2021 | PC | Played for: 9h

    A fixed camera exploring game, with 2 alternate/ simultaneous worlds. The idea is interesting but the execution feels rushed and not fulfilling.
    The graphics are good looking but the optimization is bad. Controls and gameplay feels stiff. Sounds and music is good.
    Consider only if you like the genre and even then only on discount.

    Story: 7/10
    Gameplay: 4/10
    Graphics/Physics: 8/10
    Music/Sound: 8,5/10
    Overall: 6,13/10
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  7. Mar 10, 2021
    0
    This review contains spoilers, click expand to view. Todos os reviews deste canal são realizados após jogar completamente o jogo. E a proposta é trazer reviews direto ao ponto com informações reais e claras sobre os games.

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    Tempo aproximado de jogo: 7h

    Conquistas desbloqueadas (XBOX) - 33/39 - 760/1000 pontos. (Um bom game para pegar conquistas, fiz 760 pontos sem me preocupar com isso)

    Jogado no PC - I5 de 10ª geração; RTX 2060 6gb; 16gb de RAM.

    Esse jogo trata da história de uma garota (Marianne) que tem poderes de contato com o mundo dos mortos. Você começa o jogo indo arrumar o corpo do pai adotivo de Marianne para o funeral. O jogo trás um projeto ambicioso da Bloober Team que nos mostra 2 mundos ao mesmo tempo (como uma tela dividida de 2 jogadores).

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    Movimentação e Câmera: The medium trás de volta a movimentação do personagem e câmera dos antigos games resident evil (de PS1) e também trás um conceito de mundo do espelho similar aos games de silent hill. Como um jogador antigo, que se divertiu horas e horas com RE3 e Silent Hill, esse game me trouxe uma nostalgia muito boa.

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    Gráficos: Os gráficos do jogo são abaixo do esperado para o game de uma nova geração. Ele trás elementos de Ray tracing, porém, é pouco utilizado. No "mundo dos mortos" o raytracing desaparece por completo, deixando essa experiência apenas no mundo dos vivo em algumas poças d'agua deixada pela chuva, os raros espelhos e iluminação do sol.

    Ambientação e história: É um game de terror/suspense que te trás uma proposta nova com elementos nostálgicos. A ambientação e história só fica realmente completa se você buscar todos os colecionáveis, ao ler os cartões, cartas e buscar as memorias nos objetos e integrar com a história o game trás uma história extremamente envolvente e completa. Deixa a desejar em relação aos momentos de "terror", apesar de trazer uma boa ambientação, há poucos momentos em que fiquei aflito ao jogar (Acredito que os momentos de real aflição são os momentos de encontro com o "the maw" no mundo real - em que o personagem está totalmente invisível e você precisa se esconder dele). Apesar deste ponto, a história trás um universo novo e muito interessante. (E estou torcendo para ter continuação).

    Jogabilidade: O game trás uma jogabilidade simples, intuitiva e agradável. O elemento de divisão de telas e "experiência extracorpórea" são os destaques desse game e eles não deixam a desejar. São vários momentos em que a tela dividida é utilizada e complementam completamente a experiência do jogo. Para concluir o jogo você deve resolver vários puzzles, buscando elementos nos dois mundos e se escondendo do "the maw" ao longo do game. Você usa o "sexto sentido" da Marianne para te auxiliar na busca de pistas nos cenários e este faz os elementos brilharem. Existe 2 momentos no jogo que é alternado a personagem principal com o Thomas, outro médium do game. Ambos tem poderes diferentes e interagem com o cenário de forma diferente o que faz com que o game fique menos cansativo. (EM OFF: Pra quem está esperando atirar em zumbis, espíritos ou coisas ruins, esse game não tem isso, é um game no estilo Outcast. Seu personagem não pode fazer grandes coisas além de correr).

    Uso de recursos: Monitorei a primeira hora de game usando o MSI e vi que o game puxa muito da placa de vídeo (ficando em 100% em todo o game). Apesar disso meu PC aguentou rodar o game em 1080p, com raytracing no Alto oscilando entre 30 e 60 FPS - achei um leve problema de otimização, pelos gráficos, mesmo no mundo dividido era para conseguir manter acima dos 50fps. O baixo uso do processador (abaixo dos 40%) deixa abertura para aplicação de DLSS (que esperava que viesse nativamente), porém, esse recurso ainda não está disponível.

    Conclusão: A Bloober Team trouxe uma experiência muito agradável, nostálgica e ambiciosa. Isso mostra o potencial que a Microsoft trouxe para alavancar os estúdios a criarem verdadeiras obras de arte.

    Apesar dos defeitos em relação ao gráfico, uso de recursos e ambientação de terror, o game trouxe uma experiência muito agradável revivendo cenários similares a Silent Hill e Resident Evil. A história é bem envolvente e o final é surpreendente.

    Minha sugestão: Jogue os primeiros 30min de jogo, caso você não goste da movimentação ou da câmera feche o game e seja feliz. Esse game é direcionado para um publico alvo especifico (o pessoal que jogava games de terror no PS1 e os novos jogadores que não se incomodarem com o estilo de jogo).
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